segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Sobre ouvir enquanto aprende e ensina


INTRODUÇÃO 

Eu estou no centro de Juiz de Fora - Minas Gerais - Brasil e sujeito a um som agudo intermitente insuportável. Depois de xingar tive uma inspiração, e, me recordei de uma proposta absurda que sugeri em reunião pedagógica faz anos. Sim, me senti constrangido ao sugerir - e sem acolhimento -, porque seria um esforço financeiro voluntário e coletivo entre os profissionais da instituição pública. Ninguém deu importância à minha observação pedagógica.

MINHA SUGESTÃO PEDAGÓGICA 

Distribuição gratuita de protetores auriculares aos estudantes num esforço voluntário e coletivo.


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VAMOS AO EXPERIMENTO 


● Um grupo de crianças recebe um texto e deve ler em ambiente de perturbação sonora.


● Um outro grupo de crianças deve ler num ambiente adequado à leitura.


Não pode existir diferenças marcantes entre as crianças de cada grupo.


EXAME 

As crianças dos dois grupos devem responder sobre o que leram e uma estatística ser feita.


HIPÓTESE 

Eu acredito que as crianças expostas à perturbação de sons terão menos sucesso e as crianças sob ambiente agradável à leitura maior sucesso.


ANEXO 

Os protetores auriculares devem ser acessíveis a partir da responsabilidade dos pais e adequados às horas de estudo.


REFERÊNCIA 

Ser ouvinte. Escutar.

sábado, 21 de janeiro de 2023

Casa Forte


Argumentos e sinopse estilística de produto audiovisual 


Casa Forte tem por objetivo traçar os limites e as potencialidades entre grupos distintos por localização ou estratificação social: econômica, financeira e campos de atuação entre as várias engrenagens do poder em sociedade. 

As situações em Casa Forte devem sublinhar escolhas diplomáticas e que beneficiem cada grupo, mesmo que situações de ação e violência também estejam presentes na narrativa. Em Casa Forte podem existirem crimes violentos, mas o destaque é para os crimes mais limpos e pros acordos de paz melhor realizados entre diversos grupos envolvidos no jogo do poder social. 

A oralidade ( as falas das personagens ) têm uma função estilística que se propõe a causar estranhamento no público.  As falas devem misturar uma erudição de norma gramática com coloqualismos regionais, gírias e modos diferentes de melodia na pronúncia.

As os temas desenvolvidos em Casa Forte devem privilegiarem criar um emaranhado de interesses conflitantes e coincidentes entre os diversos grupos na busca por solucionar cada caso. Algo como um 'novelo de lã' e uma sequência de dominós em queda - do pequeno ao grande decrescente, com 'ganchos' que impõem consequências ao próximo conflito. 

Os conflitos devem dizer respeito às situações reais que são típicas de um jornalístico policial, político e econômico ( institucional ou não ). 

Casa Forte também busca consonâncias com "O Príncipe" de Nicolau Maquiavel. Exemplos: nas divisões dos principados, modos de governo e descrição das melhores estratégias na disputa de poder. No entanto, Casa Forte deve evitar alusão a qualquer situação social imediatamente real e contemporânea. 

Casa Forte é sobre relações lícitas e ilícitas de poder social. Todas esbarrando em interesses pessoais e estratégias de reação em cadeia.

Casa Forte - a invenção do crime

COLAPSO - a mentira verdadeira


Argumentos de produto para audiovisual 


'COLAPSO - a mentira verdadeira' é uma proposta de produto audiovisual que faz interação com várias mídias, no entanto, a princípio tem como eixo a mídia televisiva aberta porque considera características próprias do veículo; exemplos: grade de programação definida pela empresa de comunicação e diversidade de formatos ( jornalismo, programa de auditório, entretenimento, etc. ), 'brincando' com o conectar esses departamentos e criar relações de complementaridade.


Estrutura fundamental da dramaturgia:


• Deve parecer uma produção gigantesca: anunciando artistas inventados e desconhecidos como celebridades notórias, bandas e compositores fictícios - etc - a partir de marcas inventadas e vinculadas à produção.

• O seriado ( novela ) deverá ser anunciado com antecedência, porém depois de 2 a 5 episódios consecutivos será abruptamente interrompido.

• A interrupção deve ser tratada como real e vinculada às várias mídias de modo a criar polêmicas.

• Após a interrupção a Internet fica encarregada de produzir cortes virais de situações cotidianas - estilo ao sabor de Dogma 95 - como que dando sequência ao seriado.

• Em momento oportuno, programas de emissora aberta retomam a discussão e uma enquete fake é sugerida ao público, o resultado da enquete tem como possibilidade fragmentar o seriado em três abordagens na grade de programação: infantil, jovem e adulto.  Os "ganchos" entre as três variantes devem serem articulados de modo a inspirar diálogos entre os públicos distintos.

• Na sequência será adotada a postura de intercalar a suspensão de uma abordagem enquanto são mantidas simultâneas duas abordagens distintas das três faixas etárias. 

•  Desse momento supracitado em diante, a produção pode surgir como notícia / interação até com o jornalismo do canal aberto e outras tantas possibilidades de mídia, porém, nessas ocasiões passa usar um informe de imagem e áudio descritivo anunciando ser produto de ficção / mentira / "fake news."

• Produzir eventos, situações, subprodutos e pessoas como reais e célebres é um dos eixos mais importantes da produção, e, as várias mídias devem ser usadas, conquanto que invariavelmente exista a cautela de alerta corretivo em imagem e áudio descrição.

• Em COLAPSO as personagens podem participar de temas cotidianos de maior pertinência à atualidade e até mesmo assistirem produtos vinculados pelas mídias.


COLAPSO - a mentira verdadeira 





 

Como gigante afogado nas duas margens de um rio que nem águas deixam passar.

Pássaro sem asas preso à gravidade do asfalto. Seus olhos não têm horas.

É círculo.

Se é que vive. Perdido. As ruas esquecem seu nome. Ignora e não completa uma volta.


Hoje nem fez sol.


- Como se chama antes que a poeira se espalhe?

E ele diz:   - Não vou ser lembrado.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

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Segura forte minhas mãos assim que você cair depois de ter sido eu quem te passou uma rasteira. Por amor.

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Entre todos os amores, o amor próprio é o único que assegura todos os outros simultaneamente.

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Se fosse reparar mais do que na própria vida a gente nascia com doisbigos, enquanto só tiver umbigo nossas crenças são pessoais. 

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Tenha atenção aos elogios. Pessoas ruins são boas em fingir que são boas, e, é isso o que faz delas pessoas ruins.

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Tudo que é ruim para mim, para mim é ruim.

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Nunca confunda afeição com Síndrome de Estocolmo.

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Se pensar invertido talvez acredite que todos são anjos, com no mínimo uma auréola que não fica no alto da cabeça.

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Pessoas amargas às vezes são semelhantes aos adstringentes sobre a gordura da falsidade.

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Quase todos os seres especiais que servem de inspiração demonstravam convicção sobre como deviam ser, enquanto as tentações são representadas no esforço por convertê-los. 

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Se alguém sem argumentos chora quase não resta dúvida.

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Conheço vários casos de crime passional e nenhum por indiferença. Não o que isso significa, mas pretendo continuar sem saber.

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Dizer esfíncter pode te render mais amigos, mas não muda o cu de lugar.

Ensaio crítico de bolso

A Divina Comédia de Dante Alighieri tem duas partes além do filme que compõe um conjunto de três livros. 


Livros: 1 - Inferno, 2 - Purgatório e 3 - Céu. 


Que podem ser definidos em três expressões do coloquialismo mais erudito do Brasil: 


Livro 1 traz a surpresa da expressão:


- Put(x) que (x) pariu ! Tod(x)s arrombad(x)s.


Livro 2 é sobre resiliência ainda descritiva: 


- Pra casa do caralh(x) !


Livro 3 parece a reta de chegada no entusiasmo de uma tarde de domingo, bem como a sabedoria e originalidade das frases motivacionais. Enfim, talvez o único livro surpreendente.