terça-feira, 19 de agosto de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
Ser é menor que antes
Sobre as coisas que me calo fundamento minha liberdade, sou e possuo.
Vê toda essa ausência ao redor do que é?
Há sempre mais papel que palavra.
Há sempre mais terra que cerâmica.
É o pequeno furo que lembra a razão pela qual existe o pano.
Nada,
sento-me em frente a um oceano insignificante e, sendo, chamo-me aquele que dá nome as coisas, então faço desse oceano gotas.
Sobre as coisas que me calo fundamento minha liberdade, sou e possuo.
Tendo falado torna-se nosso.
Vê toda essa ausência ao redor do que é?
Há sempre mais papel que palavra.
Há sempre mais terra que cerâmica.
É o pequeno furo que lembra a razão pela qual existe o pano.
Nada,
sento-me em frente a um oceano insignificante e, sendo, chamo-me aquele que dá nome as coisas, então faço desse oceano gotas.
Sobre as coisas que me calo fundamento minha liberdade, sou e possuo.
Tendo falado torna-se nosso.
sábado, 16 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Minha vida é sua própria causa e sem nenhuma importância além disso
De volta a minha alienação niilista e como em "O Guia dos Mochileiros das Galáxias": - obrigado pelos peixes. Afinal preferível viver no vazio, aceitar o vazio como ponto de retorno após cada sonho bom e fazer dele porto-seguro, quem aceita o vazio como preenchimento já está completo. Pra mim que cheguei a essa conclusão faz tempo, no máximo consigo pegar carona na esperança alheia, obrigado, mas no fundo eu sempre sei para onde vou voltar.
Acredito que outros encontrem outras formas de contarem suas próprias histórias e estórias, as minhas parecem que tem como lugar de escrita aquelas "lousas mágicas" da infância, eu me escrevo, me dedico, me acredito, depois por um erro meu ou levado inconsciente pelas circunstâncias volto ao vazio, para contar novas histórias e estórias que de início é possível imaginar a conclusão, minha vida é um fim iminente para qual vivo inventando começos.
Acredito que outros encontrem outras formas de contarem suas próprias histórias e estórias, as minhas parecem que tem como lugar de escrita aquelas "lousas mágicas" da infância, eu me escrevo, me dedico, me acredito, depois por um erro meu ou levado inconsciente pelas circunstâncias volto ao vazio, para contar novas histórias e estórias que de início é possível imaginar a conclusão, minha vida é um fim iminente para qual vivo inventando começos.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Um grito
Desconheço
medidas, vim nos fazendo em excessos. E o peso leve das tantas
ausências às vezes me desequilibra, quando me querem ainda menos do
que posso ser, então meus olhos atestam que ser nada é maioria, me
faço espaço, sou vago e por contradição peso. Cambaleio, e mais
que pelo som, cambaleio por insistência em caminhar em nome dos
malditos. Trago em mim a esperança da espécie que por coragem,
insistência e impulso conquistou o primeiro passo sobre duas pernas,
sou meu maior risco.
Em
último caso tenho esperança no mormaço secando todas as roupas nos
varais, inventando chuva de gente misturada por todos os cantos.
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